O quadro acima retrata a vitória do Rei católico polonês Jan Sobieski III na batalha de Viena contra os mulçumanos no ano de 1683.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Falsificação histórica da vida de São Maximiliano Kolbe pela esquerda católica.






Com o intuito de desfigurar a doutrina católica movimentos e lideres da esquerda católica, apresentam os santos não como exemplos de combatividade frente aos erros do mundo e os inimigos da civilização cristã, mas como pessoas até por vezes moles e songamongas que caracterizam a tibieza de alma da qual um varão católico jamais poderá abraçar sob pena da perdição eterna por muitas vezes assinaladas no diário de Santa Faustina Kowalska.

Mas no caso de São Maximiliano Maria Kolbe a falsificação histórica é brutal, pois o santo polonês nunca cedeu aos seus inimigos a ponto de ter sido martirizado no campo de concentração de Auschwitz. Muitos religiosos não foram perseguidos pela invasão nazista e socialista de 1939 na polônia que deu inicio a segunda guerra mundial como foi o exemplo de São Kolbe. Aliás, os religiosos tíbios pode-se afirmar são os fariseus do antigo testamento e não sofrem perseguição dos inimigos da igreja católica uma vez que são os maiores aliados das forças das trevas.

Seguiu São Kolbe o exemplo de Jesus Cristo que não cedeu ao farisaísmo, sendo por isso julgado e morto inocentemente. Suas palavras são caluniadas e deturpadas pelos que odeiam a verdade.







São Maximiliano Maria Kolbe não tinha medo dos inimigos, pois tinha confiança na Imaculada, sabia que nada lhe aconteceria de mal, como sabia que iria enfrentar o martírio, pois a Virgem Maria apareceu a ele e mostrando duas coroas, uma vermelha que representa o martírio e a branca que representava a castidade e pureza – cores da bandeira polonesa, perguntou qual desta coroas o pequeno Kolbe gostaria de ter no paraíso. São Kolbe não prevaricou e disse a Nossa Senhora: eu quero as duas.

Sabia portanto que morreria martirizado, bem como sofreria terríveis tentações contra a pureza, chegando ao estremo de pedir a sua mãe orações na Polônia porque a vida no convento da Itália era cheia de religiosos que não a observavam.

A obra prima de São Kolbe, a Milícia da Imaculada, não foi criada do acaso. Em 1917 estava em Roma quando viu os maçons desfilarem com um estandarte em que Lúcifer, o príncipe das trevas esmagava o arcanjo São Miguel. Foi neste momento que São Kolbe recebeu a graça de fundar a Milícia da Imaculada, mas muitos católicos omitem e deturpam a razão do combate deste santo polonês.

É claro que o principal assunto a estudar na vida de São Kolbe é a sua devoção a Santíssima Virgem segundo o método de São Luis Maria Grignon de Montfort, também muito boicotado pela esquerda católica.

Vejamos o que dizem os católicos fariseus sobre a vida de São Maximiliano Maria Kolbe:

 Canção Nova:
“Ao ser mandado para terminar sua formação em Roma, Maximiliano, inspirado pelo seu desejo de conquistar o mundo inteiro a Cristo por meio de Maria Imaculada, fundou o movimento de apostolado mariano chamado 'Milícia da Imaculada'. Como sacerdote foi professor, mas em busca de ensinar o caminho da salvação, empenhou-se no apostolado através da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países, isto sempre na obediência às autoridades, tanto assim que deixou o fecundo trabalho no Japão para assumir a direção de um grande convento franciscano na Polônia.”


E os fariseus da “Comunidade Shalon”:


“No colégio, foi um estudante brilhante e atuante. Na época, manifestou seu zelo e amor a Maria fundando o apostolado mariano “Milícia da Imaculada”. Concluiu os estudos em Roma, onde foi ordenado sacerdote, em 1918, e tomou o nome de Maximiliano Maria. Retornando para sua pátria, lecionou no Seminário franciscano de Cracóvia.”





Agora vejamos católicos que cumprem com o dever de divulgar a verdade:

Segue aqui um depoimento da Milícia da Imaculada na Itália:

Per reagire agli attacchi della massoneria, particolarmente ostili alla Chiesa, ed ispirandosi ai più puri ideali mariani del francescanesimo, nel 1917 fondò a Roma la “Milizia dell’Immacolata”. Ordinato sacerdote il 28 aprile 1918 nella Chiesa di Sant’Andrea della Valle in Roma e tornato in patria nel 1919, cominciò l’apostolato mariano della Milizia, con la fondazione di circoli ed, in seguito, di una rivistamensile: “Il Cavaliere dell’Immacolata” (1922). Nel 1927, favorito dalle circostanze derivate dallo sviluppo della Milizia, fondò una singolare “città”. La chiamò “Niepokalanòw” ossia “Città dell’Immacolata” che raccolse circa ottocento frati e la costituì centro di vita religiosa consacrata a Maria e ad ogni forma di apostolato: dalla stampa alla radio, dal cinema all’aereoplano. (http://www.miliziaimmacolata.org/?page_id=479, acessado em 05/05/2014)



Segue trecho da Revista Catolicismo que informa seus leitores com a veracidade histórica:


No ano de 1917, a maçonaria mundial celebrava o segundo centenário de sua fundação, mediante comemorações principalmente em Roma. Grupos de exaltados carbonários desfilavam pelas ruas da Cidade Eterna, empunhando bandeiras negras com a figura de satanás em atitude de esmagar São Miguel Arcanjo. Isso provocou a mais profunda indignação em Frei Maximiliano que, em contrapartida, fundou com seis de seus condiscípulos uma associação, a Milícia da Imaculada, com o fim de “converter pecadores, hereges e cismáticos, particularmente franco-maçons, e trazer todos os homens ao amor de Maria Imaculada. (http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/23F3B65E-C09F-3428-CE957B44A4F1EA0D/mes/Agosto2007).


E para fechar este post com chave de ouro segue abaixo trecho do livro Revolução e Contra Revolução do Prof. Plínio Correa de Oliveira, que segue as denuncias de São Maximiliano Maria Kolbe:



“6. Os Agentes da Revolução: A maçonaria e as demais forças secretas.
Uma vez que estamos estudando as focas propulsoras da Revolução, convém que digamos uma palavra sobre os agentes desta.
Não acreditamos que o mero dinamismo das paixões e dos erros dos homens possa conjugar meios tão diversos, para a consecução de um único fim, isto é, a vitória da Revolução.
Produzir um processo tão coerente, tão continuo, como o da Revolução, através de mil vicissitudes de séculos inteiros, cheios de imprevistos de toda ordem, nos parece impossível sem a ação de gerações sucessivas de conspiradores de uma inteligência e um poder extraordinários. Pensar que sem isso a revolução teria chegado ao estado em que se encontra, é o mesmo que admitir que centenas de letras atiradas por uma janela poderiam dispor-se espontaneamente no chão, de maneira a formar uma obra qualquer, por exemplo a “ode a Satã”, de Carducci.
As forças propulsoras da revolução tem sido manipuladas até aqui por agentes sagacíssimos, e delas se tem servido como meios para realizar o processo revolucionário.
De modo geral, podem qualificar-se agentes da Revolução todas as seitas, de qualquer natureza, engendradas por ela, desde seu nascedouro até nossos dias, para a difusão do pensamento ou a articulação das tramas revolucionárias. Porém a seita mestra, em torno da qual todas se articulam como simples forças auxiliares – por vezes conscientemente, e outras vezes não – é a Maçonaria, segundo claramente decorre dos documentos pontifícios, e especialmente da encíclica Humanum Genus de leão XIII, de 20 de abril de 1884.
O êxito que até aqui tem alcançado esses conspiradores, e particularmente a maçonaria, deve-se não só ao fato de possuírem incontestável capacidade de se articularem e conspirarem, mas também ao seu lúcido conhecimento do que seja a essência profunda da Revolução e de como utilizar as leis naturais – falamos das da política, da sociologia,da psicologia, da arte, da economia, etc. – para fazer progredir a realização de seus planos.
Neste sentido, os agentes do caos e da subversão fazem como o cientista, que em vez de agir por si só, estuda e põe em ação forças, mil vezes mais poderosas, da natureza.

É o que, além de explicar em grande parte o êxito da Revolução, constitui importante indicação para os soldados da Contra-Revolução.”

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