O quadro acima retrata a vitória do Rei católico polonês Jan Sobieski III na batalha de Viena contra os mulçumanos no ano de 1683.

sábado, 1 de agosto de 2015

Diretivas do grão-mestre da maçonaria aos Bispos Católicos maçons para demolir a Igreja e a Fé Católica.






Pelo Doutor Padre Luigi Villa.
Fonte: Chiesa Viva n. 483 – Junho de 2015. “Direttive del Gran Maestro della Massoneria ai Vescovi cattolici massoni”. Tradução: por Lucas Janusckiewicz Coletta.

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NOTA PRÉVIA DO TRADUTOR

Vigorosa luta contra a conspiração judaico-maçônica empreendeu um sacerdote polonês, São Maximiliano Maria Kolbe. Nesse combate, além dele, também se destacara o sacerdote francês Monsenhor Henri Delassus, com a sua célebre obra “A conjuração anticristã – o templo maçônico que quer se erguer sobre as ruínas da Igreja Católica”, publicada em 1910 com as bênçãos do Papa São Pio X, na qual denunciou a nefasta atuação da maçonaria.

Mais recentemente, outro sacerdote, o saudoso Padre Luigi Villa, foi pessoalmente incumbido pelo Frei Pio de Pietrelcina de fazer o estudo e a denúncia da maçonaria eclesiástica. Com efeito, num livro que publicou em 2008 na Itália, “A Maçonaria e a Igreja Católica” (“La Massoneira e la Chiesa Cattolica”, Editrice Civiltà, Brescia), o Pe. Luigi trouxe à luz importantes informações sobre essa temática, que considero útil apresentar para o conhecimento do público católico brasileiro (1). Um excerto desse livro (pp. 16 a 24), foi reproduzido na revista italiana “Chiesa Viva” (n. 483, junho de 2015), com o título “Direttive del Gran Maestro della Massoneria ai Vescovi cattolici massoni” (2). É o que transcrevo a seguir, traduzido para o português.

A fonte desse documento é apresentada noutro lugar (3) dessa forma: “Um sacerdote francês que abjurou de sua pertença à Maçonaria, divulgou este plano maçônico que ele seguiu quando fazia parte da seita. Do jeito como recebemos este documento assim o publicamos, pedindo aos nossos leitores que ofereçam, a este propósito, um contributo de discernimento e de ulterior documentação”.

A espantosa crise na qual a Santa Igreja está mergulhada desde o Concílio Vaticano II, bem como a sua constante e não menos surpreendente autodemolição, recomendam a leitura das preciosas informações coletadas por Don Luigi Villa (assim o chamam os italianos), para a compreensão profunda dessa trágica situação.

Note-se que o plano maçônico abaixo transcrito, contendo trinta e três diretivas, foi aplicado por etapas, de forma processiva e gradual, para suscitar o mínimo possível de reações (conforme a estratégia da Revolução desvendada pelo Prof. Plínio Correa de Oliveira no seu ensaio “Revolução e Contra-Revolução”). Constata-se, neste ano de 2015, que quase todo ele já foi posto em prática pela maçonaria eclesiástica.

Cumpre acrescentar ainda que este plano, de destruição da sacralidade e demolição da Igreja Católica, foi também colocado em prática pelo assim chamado IDOC – Centro Internacional de Informação e Documentação relativa a Igreja Conciliar –  e pelos “grupos proféticos”. Foi denunciado no Brasil pela Revista Catolicismo, na publicação dupla de abril e maio de 1969, com o nome de “Grupos ocultos tramam a subversão da Igreja: o IDOC e os “grupos proféticos” – em ascensão triunfal a heresia modernista”, com prefácio do bispo de Campos D. Antônio de Castro Mayer. Este prelado assim definiu a “nova igreja”, que a maçonaria e as demais forças secretas pretendem criar sobre as ruínas da civilização cristã: “Na realidade, como os modernistas, os grupos proféticos que pululam por toda a Igreja o que pretendem é a constituição de uma nova religião, a religião do homem que se endeusa e prescinde do Criador”. (4)


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DIRETIVAS DO GRÃO-MESTRE DA MAÇONARIA AOS BISPOS CATÓLICOS MAÇONS PARA DEMOLIR A IGREJA E A FÉ CATÓLICA

Diretivas do Grão Mestre da Maçonaria aos Bispos maçons: efetivadas desde 1962 (“aggiornamento” do Vaticano II), reelaboradas em 1993 como plano progressivo para o estágio final. Todos os maçons infiltrados na Igreja católica devem adotá-las e realizá-las.

1-) Removei definitivamente todas as imagens das igrejas, começando pela de São Miguel Arcanjo, patrono da Igreja Católica, afirmando que elas distraem da adoração a Cristo.

2-) Suprimi todos os exercícios de penitência da Quaresma, como a abstinência de carne nas sextas-feiras e também os jejuns. Impedi todo e qualquer ato de mortificação. Em seu lugar devem ser estimulados os atos de alegria, de felicidade e de “amor ao próximo”. Dizei que Cristo já mereceu tudo por nós, e que por isso qualquer esforço humano é desnecessário e pode mesmo parecer uma falta de confiança em Deus. Dizei a todos que devem levar a sério a preocupação com a sua própria saúde. Estimulai o consumo de carne, especialmente suína.

3-) Encarregai os pastores protestantes de reexaminar a missa católica e de a dessacralizar. Semeai a dúvida sobre a Presença Real na Eucaristia, e insisti, à maneira da tese protestante, que se trata somente de pão e de vinho benzidos e enquanto tal deve ser entendida como mero simbolismo. Espalhai os mais obstinados dentre os protestantes liberais progressistas nos seminários e escolas católicas. Promovei o ecumenismo como caminho para a união entre católicos e evangélicos. Acusai de desobediência a todos os que continuam a crer, tradicionalmente, na Presença Real.

4-) Vetai de fato, dando a entender que não há um direito à liturgia latina tradicional (o chamado rito “tridentino”), com toda aquela sequência de adoração e de cantos, porquanto comunicam o senso do mistério e do respeito. Apresentai tal rito como encantamento de feiticeiros. Os homens devem deixar de considerar os sacerdotes como pessoas de inteligência e cultura superior, e de os respeitarem como celebrantes dos mistérios divinos.

5-) Estimulai as mulheres a não cobrirem a cabeça com o véu; na igreja, os cabelos são “sexy”. Colocai as mulheres como leitoras durante a missa e apresentai como uma necessidade democrática que elas se tornem sacerdotisas. Fundai os movimentos de libertação da mulher. Orientai-as para que entrem na igreja vestidas de forma desleixada e se sintam como estando em suas casas. Isto diminuirá a importância da missa.

6-) Dissuadi os fiéis de receberem de joelhos a Comunhão. Dizei às freiras que devem proibir as crianças de terem as mãos juntas, antes e depois da comunhão, dizendo que Jesus as ama como elas são, e que agrada a Ele vê-las à vontade. Eliminai as genuflexões na igreja e o estar de joelhos. Removei todos os genuflexórios. Dizei às pessoas que elas devem testemunhar a própria fé estando à vontade, ou no máximo, em uma posição ereta.

7-) Eliminai a música sacra, principalmente o órgão. Introduzi o violão, a harpa judaica, o tamborim, o barulho dos passos e as risadas “sacras” na igreja. Isso distrairá as pessoas na oração e na conversa particular com Deus. Negai a Jesus esses momentos em que chama as crianças e jovens para a vida religiosa. Providenciai em torno do altar danças litúrgicas com vestes excitantes, teatros e concertos.

8-) Tirai o caráter sacro dos cantos para a Mãe de Deus e São José. Apresentai tal veneração como idolatria. Tornai ridículas as pessoas que persistam. Introduzi em seu lugar os cantos protestantes atuais. Isto dará a impressão de que o protestantismo liberal progressista é a verdadeira religião, ou ao menos, que é igual ao catolicismo.

9-) Eliminai todos os hinos: até aqueles que remetem a Nosso Senhor e fazem pensar na serenidade que emana da vida de mortificação e penitência voltada para Deus, já na infância. Introduzi novos cantos somente para convencer as pessoas de que os antigos estavam errados. Assegurai que em toda missa haja ao menos um canto no qual Cristo não seja mencionado e que em seu lugar se fale somente do amor entre os homens. A juventude ficará entusiasmada ao ouvir falar do amor ao próximo. Pregai o amor, a tolerância e a unidade. Não mencionai Jesus Cristo, proibi toda informação sobre a Eucaristia.

10-) Voltando ao que foi dito no ponto 1, não vos limiteis a tirar as imagens das igrejas. Removei todas as relíquias dos altares e em seguida os próprios altares, substituindo-os por mesas pagãs, não consagradas, que possam ser usadas para sacrifícios humanos no curso de cerimônias satânicas. Eliminai as leis canônicas que obrigam a celebrar somente sobre altares que contenham relíquias de santos.

11-) Cessai a prática de celebrar missa em direção, ou ao menos, na presença do santíssimo Sacramento no tabernáculo. Não admiti nenhum sacrário sobre os altares usados para a celebração da Missa. O altar deve ter o aspecto de uma mesa de cozinha. Deve ser móvel para significar que de fato não é sacro, mas deve servir para múltiplas finalidades como, por exemplo, conferências e para jogos de cartas. Ainda mais, colocai ao menos uma cadeira nessa mesa. O sacerdote deve ocupá-la para indicar que, após a comunhão, ele ali descansa como se tivesse acabado de fazer uma refeição. O sacerdote jamais deve fazer genuflexões ou ficar ajoelhado. Nas refeições, de fato, nunca se ajoelha. A cadeira do sacerdote deve ser colocada no lugar que corresponde ao sacrário. Estimulai os fiéis a terem em relação ao padre o sentimento de veneração e adoração que deveriam ter para com a Eucaristia, dizendo que seria coisa “boa e justa” obedecê-lo como se fosse o próprio Cristo em pessoa. Colocai o sacrário noutro local, fora da vista.

12-) Fazei desaparecerem do calendário os santos. Proibi os sacerdotes de pregarem sobre os santos, exceto os mencionados na Bíblia. Dizei que isto é por respeito à presença eventual de protestantes na igreja. Evitai tudo o que possa constranger os protestantes.

13-) Na leitura do Evangelho omiti a palavra “Santo”. Por exemplo, ao invés de dizer “Evangelho segundo São João” dizei somente “Evangelho segundo João”. Isto fará pensar que não devem mais ser venerados. Publicai continuamente novas traduções da Bíblia, a ponto que se igualem às bíblias protestantes. Omiti também o adjetivo “Santo” na expressão “Espírito Santo”. Isso abrirá o caminho [para a heresia]. Destacai a natureza “feminina” de Deus, como uma mãe cheia de ternura. Eliminai o uso da palavra “Pai”.

14-) Fazei desaparecerem todos os livros de devoção e de piedade, e destruí-os. Com isso acabará a ladainha do Sagrado Coração, de Nossa Senhora, de São José, e a preparação para a comunhão, bem como a ação de graças após.

15-) Fazei desaparecerem também as imagens dos anjos. Por que exibirem sob seus pés a figura dos nossos inimigos? Dizei que os anjos não existem e que são mitos ou historietas infantis para a hora de dormir.

16-) Suprimi o Exorcismo Menor para expulsar os demônios. Empenhai-vos ao máximo nesta questão, afirmando também que os demônios não existem. Explicai que é apenas um artifício literário para definir o mal, dado que, sem um adversário, as estórias e as fábulas não seriam interessantes. Em consequência, as pessoas deixarão de acreditar no inferno ou ao menos acreditarão que não vão cair lá. Além disso, repeti que ficar longe de Deus, se acontecer, seria como na vida aqui na Terra.

17-) Ensinai que Jesus era somente um homem, que tinha irmãos e irmãs e que odiava os poderosos. Explicai que Jesus amava a companhia das prostitutas e que não sabia o que fazer nas igrejas e sinagogas. Dizei que tinha, e nisto se equivocou, incitado as pessoas a desobedecerem ao clero. Defini Jesus como um “grande mestre”. Desestimulai a argumentação sobre a cruz como uma vitória, apresentando-a como um fracasso.

18-) Recordai que podeis induzir as freiras a traírem sua vocação se forem direcionadas para as suas próprias vaidades, fascínio e beleza. Fazei com que abandonem o uso do hábito, assim naturalmente jogarão fora o rosário. Revelai ao mundo que nos conventos só há desavenças e discórdia. Isto desestimulará as vocações. Dizei que não serão aceitas se não renunciarem ao hábito. Promovei o descrédito da indumentária eclesiástica no povo.

19-) Queimai todos os catecismos. Dizei aos professores de religião para ensinarem que o melhor modo de amar a Deus é amar as suas criaturas. E que o amar declaradamente é testemunho de maturidade. Fazei com que a palavra “sexo” se torne uma palavra de uso diário e corrente nas aulas e nos cursos de religião. Fazei do “sexo” uma nova religião. Introduzi nas aulas de religião imagens de sexo cruas e explícitas, sob o pretexto de ensinar às crianças a realidade. Incentivai as escolas a formarem grupos de reflexão em matéria de educação sexual. Introduzi tal matéria por intermédio da autoridade episcopal, assim os pais não terão nada em contrário e os poucos que protestarem serão vistos como excêntricos e/ou rebeldes.

20-) Asfixiai as escolas católicas impedindo as vocações religiosas femininas. Revelai às religiosas que elas são trabalhadoras com vínculo empregatício que exercem um trabalho social e que a Igreja está a ponto de excluí-las. Insisti que os professores leigos de escolas católicas recebam o mesmo salário dos professores de escolas públicas. Empregai professores não católicos e/ou em pecado mortal público. Os religiosos devem receber o mesmo salário dos empregados seculares equiparados. Todos os religiosos devem deixar de usar seus hábitos religiosos, de modo a poderem ser aceitos por todos. Ridicularizai aqueles que não se adequarem.

21-) Aniquilai o papado destruindo suas universidades. Libertai-as do Vaticano, dizendo que nesse caso o governo poderia lhes enviar os mesmos subsídios. Substituí o nome religioso dos Institutos por nomes profanos, justamente para favorecer o ecumenismo. Por exemplo, em vez de Escola “Imaculada Conceição”, trocai por Escola “Superior Nova”. Criai grupos que promovam o ecumenismo em todas as dioceses, garanti que sejam controlados por protestantes. Apregoai que os bispos locais são as autoridades competentes. Explicai às pessoas que os ensinamentos papais são somente argumentos verbais, e que o que vale é o magistério das Conferências Episcopais.

22-) Combatei a autoridade papal colocando limite de idade para o seu exercício. Reduzi-a pouco a pouco, explicando que se trata de preservar o Papa do excesso de trabalho.

23-) Sede audazes. Debilitai o papado, reforçando sempre mais as conferências episcopais e introduzindo o Sínodo permanente. Tomai como modelo de referência a monarquia inglesa, onde o monarca reina mas não governa, e tem de obedecer ao Parlamento. Em seguida reproduzi a mesma situação no âmbito das dioceses e paróquias. Assim se disseminará tal confusão, discussão e brigas entre paroquianos, gerando tal ódio, que as pessoas abandonarão mesmo a Igreja dos cardeais, e então a Igreja será democrática sem autoridade.  Surgirá a “Igreja Nova”!

24-) Reduzi as vocações sacerdotais. Fazei os leigos perderem todo o temor reverencial aos sacerdotes. Os escândalos públicos de um sacerdote eliminarão inúmeras vocações. Louvai publicamente os sacerdotes que por amor de uma mulher abandonaram tudo, definindo-os como heróis. Tratai os religiosos reduzidos ao estado laical como autênticos mártires oprimidos. Condenai como escândalo que os nossos irmãos maçons que são sacerdotes devam ser identificados e os seus nomes publicados. Sede tolerantes com a homossexualidade do clero. Divulgai que os sacerdotes sofrem de solidão.

25-) Começai a fechar as igrejas alegando a escassez de sacerdotes. Louvai tal prática como econômica. Explicai que Deus ouve as nossas orações em todos os lugares. As pessoas julgarão as igrejas como um extravagante desperdício de dinheiro. Fechai, sobretudo, aqueles lugares onde se pratica a piedade tradicional.

26-) Utilizai comissões de leigos e sacerdotes débeis na fé para condenarem todas as aparições de Nossa Senhora e todos os milagres. Tirai proveito de nossos irmãos maçons, hábeis nas artes ocultas ou nas trapaças, para organizar falsos milagres. Apontai todos os videntes, verdadeiros ou falsos, como desobedientes para com a autoridade eclesiástica.

27-) Elegei um antipapa. Dizei que ele reconduzirá à Igreja os protestantes e os judeus. Um antipapa poderá ser eleito se for dado o direito de voto aos bispos. Então, seraõ eleitos vários antipapas. Ao final será entronizado o que tiver maior comprometimento.

28-) Suprimi a confissão antes da primeira comunhão para os estudantes mais novos das escolas. Assim, quando crescerem, não se interessarão mais pelos sacramentos. Então o sacramento da penitência desaparecerá. Introduzi a confissão comunitária silenciosa com absolvição comunitária. Explicai que se procede assim por causa da falta de sacerdotes.

29-) Fazei distribuir a Comunhão por mulheres e leigos. Começai por dar a Comunhão na mão como fazem os protestantes. Explicai que Nosso Senhor o fazia desse mesmo modo. Guardai hóstias consagradas para as “missas negras” feitas nos nossos templos. No lugar da Comunhão pessoal, disponibilizai copos com hóstias não consagradas para serem levadas para as casas. Colocai máquinas automáticas de hóstias para a comunhão. Fazei as pessoas se movimentarem na igreja para se cumprimentarem com sinais de paz, não fazei usarem o sinal da cruz.

30-) Depois que o antipapa for entronizado, dissolvei as assembleias episcopais, diocesanas e paroquiais. Proibi a todos de colocar em discussão esta disposição. Acusai de desobediência a todos aqueles que fizerem perguntas.

31-) Conferi ao antipapa todo o poder para escolher o próprio sucessor. Ordenai a todos, sob pena de excomunhão, e logo que possível, de serem encaminhados ao “braço secular”, se não portarem o “sinal da besta”. Mas, obviamente, não o chamem por esse nome. O sinal da cruz não deve ser feito nem sobre as pessoas, nem por elas. Não se deve mais abençoar. Fazer o sinal da cruz deve ser considerado um nefasto ato de idolatria e desobediência.

32-) Declarai que todos os dogmas, exceto o da infalibilidade papal, são de livre opinião. Proclamai que Jesus Cristo foi essencialmente um revolucionário fracassado. Anunciai que o verdadeiro Cristo virá brevemente, e que até esse momento somente o antipapa deve ser obedecido.

33-) Ordenai a todos os súditos do papa que combatam em guerra santa contra todos os integristas e expandam a única religião mundial. Conquistai sem piedade todo o mundo. Tudo isso vai trazer para a humanidade o que sempre foi desejado: “a idade de ouro da paz”.

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NOTAS DO TRADUTOR:

(1) Parte desse livro está disponível para download neste endereço:


(2) O artigo inserido na revista está disponível para download neste endereço:




(4) O leitor desejoso em se aprofundar nos estudos pode baixar o ensaio “Grupos Ocultos tramam a subversão da Igreja: O Idoc e os grupos proféticos – em ascensão triunfal – A heresia modernista” no link abaixo:


terça-feira, 12 de maio de 2015

A falsa irmã Lúcia e o falso Terceiro Segredo de Fátima.






Em se tratando de uma postagem de blog, tratamos sucintamente aqui acerca do Terceiro Segredo de Fátima divulgado no ano 2000 pelo Vaticano, embora o assunto devesse ser objeto de profundos estudos dos católicos tradicionalistas anticomunistas.

No início deste milênio a mídia e o mundo ainda festejavam a queda do comunismo na Rússia e no leste europeu. Ora, passados 15 anos desde a divulgação do Terceiro Segredo, o que podemos chamar de comunismo invisível avança quase sem resistência, e realiza a destruição das famílias pelo aborto, o divórcio e o casamento homossexual, como também a destruição da propriedade privada e de toda ordem jurídica nos países de governos socialistas em toda a América Latina. Prossegue a invasão russa na Ucrânia, e as nações vizinhas temem as ambições expansionistas de Vladimir Putin. Há ainda a perseguição aos cristãos pelo Islã e a invasão muçulmana da Europa. Esta é uma visão muito resumida do estado atual do mundo.

Há três aspectos que queremos ressaltar nas aparições e na Mensagem de Fátima. O primeiro ponto, para o qual chamamos a atenção dos leitores, é que o tema Fátima muitas vezes é tratado de forma isolada sem a conexão histórica com as aparições mariais na França, em La Sallete (1846), em Lourdes (1858) e na Rue de Bac (1830). Também é prejudicial para o público católico que não se destaque o estreito vínculo entre Fátima e a expansão dos erros da Rússia no mundo por meio do comunismo. Com efeito, o ano de 1917 é importante na história da humanidade, pois em 13 de maio Nossa Senhora apareceu em Fátima. Foi também o ano da revolução comunista, que explodiu em outubro na Rússia. E em Roma São Maximiliano Maria Kolbe viu os maçons desfilarem portando um estandarte em que Lúcifer esmagava São Miguel Arcanjo.

O segundo ponto que merece atenção, é que nos últimos anos a própria identidade da Irmã Lúcia passou a ser questionada. Surgiram análises que sustentam que a Irmã Lúcia que aparece nas fotografias até 1960, não é a mesma pessoa que aparece após essa data. Essa misteriosa substituição é analisada nas fotografias e comentários estampados no site norte-americano Tradition in Action, que postou várias matérias a esse respeito, e a ele remetemos os leitores (1). Não cabe aqui especularmos o que aconteceu com a verdadeira: se morreu de causas naturais, ou foi encarcerada, ou mesmo assassinada (2).

O terceiro ponto diz respeito à autenticidade da terceira parte da Mensagem de Fátima – o assim chamado Terceiro Segredo de Fátima – que vem sendo questionada. A nosso ver, o que foi apresentado pelo Vaticano no ano 2000 não corresponde à carta que a Irmã Lúcia encaminhou ao Papa, para ser aberta e revelada ao mundo a partir de 1960. Qual seria então o verdadeiro segredo e qual o objetivo dos que divulgaram a falsificação?

Como se sabe, a Mensagem (ou Segredo) de Fátima foi transmitida por Nossa Senhora aos três pastorinhos em Fátima na terceira aparição, em 13 de julho de 1917, e comporta três partes. A primeira é a visão do inferno, que deixou as três crianças apavoradas. Na segunda parte, em síntese, Nossa Senhora diz que Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração, e anuncia que a Primeira Guerra vai acabar logo. A Segunda Guerra virá depois de uma noite iluminada por uma luz desconhecida. Diz que virá pedir a consagração da Rússia e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se não atenderem a esses pedidos, a Rússia espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, várias nações serão aniquiladas. Por fim o Imaculado Coração triunfará. A terceira parte é o famoso Terceiro Segredo.

Nossa Senhora, na segunda parte da Mensagem de Fátima, alerta o povo católico contra a revolução comunista, pois o primeiro país em que o comunismo conseguiu se instalar vitoriosamente foi a Rússia cismática, e isto aconteceu no final do mesmo ano de 1917. Este país depois provocou guerras e perseguições à Igreja, inclusive por meio da infiltração dos erros comunistas na Igreja Católica.

No início dos anos 60 veio o Concílio Vaticano II. A Igreja Católica passou então por uma grande mudança, o modernismo que havia sido condenado com vigor pelo Papa São Pio X ressurgiu com o nome de progressismo. Já nas aparições de La Salette (1846), Nossa Senhora mostrara a decadência do clero, chegando a dizer que os padres tinham se tornado “cloacas de impureza”. Esta situação se agravou após o Concilio Vaticano II, com o advento da “missa nova” e o processo de autodemolição da Igreja. Houve grande crise de fé. Como o Terceiro Segredo devia ter sido divulgado no início da década de 1960 e não o foi, temos a convicção de que essa gravíssima omissão se deveu ao fato de Nossa Senhora, nessa terceira parte de sua Mensagem, haver dito que não devia ser feito o Concilio, que não se fizessem alterações na santa missa e na liturgia, e também de ter prevenido sobre a ação de “pastores demolidores” da fé católica.

Agora passamos a discorrer sobre a terceira parte da Mensagem de Fátima e qual a intenção dos pastores demolidores e prelados modernistas ao adulterarem o seu conteúdo.

Ora, até o ano 2000 os católicos em geral mantinham um olhar de grande esperança sobre as aparições de Fátima, considerando seu papel fundamental na solução da apocalíptica crise em que a Santa Igreja e o mundo estão mergulhados. E os pecadores, em grande número, olhavam a Mensagem com um temor que era de grande valor, porque era um santo temor de Deus e dos castigos prováveis futuros, o que preparava sua conversão.

Mas o próprio Vaticano não escondeu no ano 2000 qual a verdadeira intenção da divulgação do referido Terceiro Segredo. Com efeito, o porta voz da Santa Sé na época, Joaquim Navarro Vals, membro numerário do Opus Dei, afirmou em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, que “a decisão de publicá-lo vem da convicção de que não se podia deixar Fátima como refém” nas mãos do “tradicionalismo católico antiecumênico” e anticomunista.

Foi o que o porta voz da Santa Sé declarou, numa entrevista a Luigi Accattoli (in Corriere della Sera, de 18 de maio). Eis a pergunta de Accattoli, e a resposta de Navarro-Valls:

– “Fátima foi sempre um ‘cavalo de batalha’ do tradicionalismo católico, anticomunista certamente, mas também antiecumênico. A decisão de publicar a ‘terceira parte’ do segredo não comporta um apoio àquele tradicionalismo? E como se conciliaria um tal apoio com o impulso ecumênico da viagem à Terra Santa?”

[Resposta:] – “A publicação da profecia não comportará em absoluto um apoio papal ao tradicionalismo antiecumênico, o qual abusivamente se havia apropriado de alguns aspectos da mensagem de Fátima, especulando em clave milenarística exatamente sobre presumidos – mas não reais – conteúdos daquele texto inédito. A decisão de publicá-lo vem, antes, da convicção de que não se podia deixar Fátima como refém de uma posição partidarista. Quando [o Segredo] for conhecido, cada aspecto da mensagem de Fátima reencontrará a justa proporção, e o conjunto ficará mais compreensível para todos”.

Pois bem, esta manobra de guerra psicológica revolucionária feita por Navarro-Vals, Cardeal Bertone e Cardeal Ratzinger, devemos reconhecer que infelizmente foi bem sucedida, pois passados 15 anos, muitos católicos consideram que o Terceiro Segredo se referia ao atentado sofrido por João Paulo II em 1981. Não há mais uma graça de conversão ou de verdadeiro temor de Deus. Ocorreu uma apostasia enorme, com numerosos fatos de “autodemolição da Igreja” que seria extenso enumerar. E sobretudo, não se fala mais na devoção ao Imaculado Coração de Maria e na derrota do comunismo e das heresias.

Mas, não foram só os católicos modernistas que caíram na armadilha, pois muitas vezes os católicos tradicionalistas anticomunistas e antiecumênicos são os que fazem a divulgação do falso terceiro segredo sem qualquer ressalva, muitos dos quais, diga-se de passagem, mesmo tendo um conhecimento muito mais profundo sobre o assunto que acima expus de forma resumida, acabaram militando do lado errado, o que é muito triste.

Com efeito, o Terceiro Segredo que foi divulgado, apresenta uma estrada de mártires, uma procissão com um papa, bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, como também pessoas do povo, que caminham para o martírio. Mas isto não corresponde aos prelados demolidores, colocados nos mais altos postos da hierarquia eclesiástica, nem ao atual estado de almas das pessoas que vivem fora da virtude, afundados nos vícios capitais.

A crise da Igreja, que hoje é uma imensa calamidade, já nos anos da década de 1940 chamou a atenção de Irmã Lúcia. Duas cartas, publicadas pelo Pe. Antônio Maria Martins, S. J., em seu livro “O Segredo de Fátima – nas memórias e cartas da Irmã Lúcia” (Ed. Loyola, São Paulo, 1997 – 10ª ed.), mostram como, nelas, a Irmã Lúcia adota outro tom. Vejamos o seu conteúdo:

“ J. M. J.
“Tuy, 19 12 1940
Eminentíssimo Senhor Cardeal Patriarca

.... Nosso Senhor está descontente e amargurado com os pecados do Mundo e com os de Portugal, queixando-se da falta de correspondência, vida pecaminosa do povo, em especial da tibieza, indiferença e vida demasiado cômoda que levam a maioria dos sacerdotes, religiosos, e religiosas. É limitadíssimo o número das almas com quem se encontra na oração e no sacrifício. Em reparação por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de Carnaval, e substituídas por orações e sacrifícios, com preces públicas pelas ruas. Rogo, pois, a V. Eminência se digne, em união com todos os Bispos de Portugal, promovê-las. ....
Com o maior respeito, peço se digne abençoar a mais humilde serva de V. Eminência.
Maria Lúcia de Jesus”

Ou ainda:

“J. M. J.
Tuy, 4 5 1943
Rev.mo Senhor Padre Superior
Graças a Deus, chegou enfim uma carta de V. Rev.a. Meu Deus, quanto tardou! .... Nem posso pensar que está lá tão longe .... Tive .... que manifestar, ao Sr. Arcebispo de Valladolid, um recadito de Nosso Senhor para os Senhores Bispos cá de Espanha, e outro aos de Portugal. .... [Nosso Senhor] deseja que os [Srs. Bispos] de Espanha se reúnam em retiro e determinem uma reforma no povo, clero e ordens religiosas; que alguns conventos e muitos membros de outros!... entende? .... Se os Srs. Bispos da Espanha não atenderem aos seus desejos, ela [a Rússia] será mais uma vez ainda o açoite com que Deus os pune...
Peço se digne abençoar-me
Ínfima serva de V. Rev.a
Maria Lúcia de Jesus, R. S. D.”

A carta acima mostra quem é a verdadeira Irmã Lúcia, a verdadeira vidente de Fátima. Muito diferente da Irmã Lúcia do pós Concílio Vaticano II.

Cremos que o assunto requer ainda uma segunda postagem para tratar do Terceiro Segredo em minúcias. Desta vez, paramos por aqui, pois atingimos nosso objetivo inicial, o de fazermos uma denúncia sobre questões silenciadas por muitos católicos tradicionalistas.

Agradecemos aos amigos, irmãos de ideal e de luta, que nos orientaram na questão “Fátima”, pois, do contrário não teriamos a mínima noção do que se passou. É melhor a verdade, por mais dura e difícil que seja, do que viver no reino da mentira cujo dono é o diabo.

Como felizmente há católicos em vias de se tornarem ultramontanos, católicos tradicionalistas, antiecumênicos e anticomunistas, é também para estes que escrevemos, sempre confiantes nas palavras de Nossa Senhora em Fátima: “Por fim meu Imaculado Coração triunfará”.

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NOTAS
(1)    http://www.traditioninaction.org/HotTopics/g11htTwoSisterLucys_Horvat.htm

(1.2) http://www.traditioninaction.org/HotTopics/g12htArt2_TwoSisterLucys.htm

(1.2) Há outra tese ainda que fundamenta a existência de 3 "irmãs lúcias":

http://www.traditioninaction.org/Questions/E049_Coruna.htm



(2) Vídeo recomendado: LA VERDADERA HERMANA LUCIA Y LA IMPOSTORA - SAQUE USTED SUS PROPIAS CONCLUSIONES.

 

sábado, 27 de setembro de 2014

Religiosos membros da maçonaria: denúncia do santo Padre Pio de Pietrelcina.










O ímpio século XX teve dois grandiosíssimos santos, ambos franciscanos: o polonês São Maximiliano Maria Kolbe e o italiano São Pio de Pietrelcina, ou Padre Pio, como é popularmente conhecido.

Eles sempre denunciaram a maior organização criada pelos filhos das trevas para corromper as almas: a maçonaria.

O combate de São Maximiliano Maria Kolbe a essa seita é conhecido de seus verdadeiros devotos. Quanto  ao Santo Padre Pio, muitos só falam de seu hospital para cuidar dos doentes, como se ele não passasse de  “um bom velhinho”, esquecendo ou omitindo suas denúncias contra a maçonaria que, no decorrer dos séculos, vem destruindo na sociedade a noção de civilização cristã, do bem e do mal, do certo e do errado.

Cumpre frisar que embora muitas pessoas não façam parte dos planos da maçonaria ou sejam membros desta, se possuírem um espirito revolucionário, igualitário, a favor do comunismo, da destruição da propriedade privada, do divorcio, do aborto e das práticas homossexuais, acabam por se filiar indiretamente a essa seita.

É muito conhecida a denúncia de São Kolbe aos embustes demoníacos da seita maçônica, feitos a  pessoas da sociedade temporal (governantes em geral). O Padre Pio, por sua vez, denuncia os religiosos que fazem parte da referida seita, como veremos a seguir, em carta que ele escreveu ao seu diretor espiritual, a qual dispensa comentários:


Meu caríssimo Padre,

Na sexta-feira pela manhã, eu ainda estava na cama quando Jesus me apareceu. Estava todo maltratado e desfigurado. Ele me mostrou uma grande multidão de sacerdotes regulares e seculares, entre os quais vários dignitários eclesiásticos; destes, uns estavam celebrando, outros falando, e outros se despindo das vestes sagradas.

Como a visita de Jesus angustiado causava-me muita dor, eu quis Lhe perguntar por que Ele sofria tanto. Não obtive resposta. Contudo, seu olhar recaiu sobre aqueles sacerdotes; mas, pouco depois, quase como se estivesse horrorizado e cansado de ver, Ele retirou o olhar e, quando o pousou sobre mim, com grande horror observei duas lágrimas que Lhe sulcavam  o rosto. Ele se afastou daquela multidão de sacerdotes com uma grande expressão de desgosto em seu rosto, gritando: "Açougueiros!".

E voltando-se para mim, disse: “Meu filho, não creia que minha agonia durou apenas três horas, não; Eu estarei, por causa das almas mais beneficiadas por Mim, em agonia até o fim do mundo. Durante o tempo de minha agonia, meu filho, não se deve dormir. Minha alma vai à procura de qualquer gota de piedade humana, mas ai daqueles que me deixam sozinho sob o peso da indiferença. A ingratidão e o sono dos meus ministros tornam mais aguda a minha agonia.

Ai daqueles que correspondem mal ao Meu amor! E o que mais Me aflige e custa, é que à indiferença eles somam o desprezo, a incredulidade. Quantas vezes estive para fulminá-los, se não fosse impedido pelos anjos e pelas almas que Me veneram... Escreva ao seu diretor espiritual e narra-lhe tudo o que viu e ouviu de Mim esta manhã. Diga a ele que mostre sua carta ao Padre provincial...”

Jesus ainda continuou, mas o que me disse jamais poderei revelar a nenhuma criatura deste mundo. Esta aparição causou-me tanta dor no corpo, e mais ainda na alma, que durante todo o dia fiquei prostrado e achei que ia morrer, se o dulcíssimo Jesus já não me tivesse revelado...

Jesus tem infelizmente razão de lamentar de nossa ingratidão! Quantos de nossos irmãos desgraçados não correspondem ao amor de Jesus lançando-se de braços abertos na infame seita da Maçonaria! Oremos para  que o Senhor ilumine suas almas e toque seus corações.”


 Fonte: Lettera di Padre Pio al Suo Padre spirituale P. Agostino, in "Padre Pio da Pietralcina-Epistolario I”, Lettera N°123, Pietrelcina 7 aprile 1913, pp.350-352, ed "Padre Pio da Pietrelcina", 2002. (http://www.gris-imola.it/esoterismo/PadrePiomassoneria.php)


Republicado em:

http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/17402/Sao-Pio-de-Pietrelcina-os-religiosos-na-maconaria-e-a-Abominacao-da-Desolacao-que-foi-predita-pelo-profeta-Daniel

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Falsificação histórica da vida de São Maximiliano Kolbe pela esquerda católica.






Com o intuito de desfigurar a doutrina católica movimentos e lideres da esquerda católica, apresentam os santos não como exemplos de combatividade frente aos erros do mundo e os inimigos da civilização cristã, mas como pessoas até por vezes moles e songamongas que caracterizam a tibieza de alma da qual um varão católico jamais poderá abraçar sob pena da perdição eterna por muitas vezes assinaladas no diário de Santa Faustina Kowalska.

Mas no caso de São Maximiliano Maria Kolbe a falsificação histórica é brutal, pois o santo polonês nunca cedeu aos seus inimigos a ponto de ter sido martirizado no campo de concentração de Auschwitz. Muitos religiosos não foram perseguidos pela invasão nazista e socialista de 1939 na polônia que deu inicio a segunda guerra mundial como foi o exemplo de São Kolbe. Aliás, os religiosos tíbios pode-se afirmar são os fariseus do antigo testamento e não sofrem perseguição dos inimigos da igreja católica uma vez que são os maiores aliados das forças das trevas.

Seguiu São Kolbe o exemplo de Jesus Cristo que não cedeu ao farisaísmo, sendo por isso julgado e morto inocentemente. Suas palavras são caluniadas e deturpadas pelos que odeiam a verdade.



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A Ultima Moda


SK 1110 – A ultima moda.
(KalendarzRycerzaNiepokalanej, a. 1926, p. 84)




Nós não venceremos a Igreja com a razão, mas corrompendo os bons costumes”: decretaram os maçons em um de seus congressos.

E então começaram a difundir a imoralidade através do teatro, o cinema, os livros, as revistas, os quadros, as esculturas, etc.

E uma moda – me desculpe a expressão – sempre mais imunda, porca.

Quantas almas se perdem por causa desta imoralidade!!!…

Tenhamos em mente “a ultima moda…”, que é estarmos dento de um caixão fúnebre, e recorrermos à Virgem Imaculada: pois um dia estaremos diante da morte.

O atual Papa Pio XI elaborou pessoalmente a seguinte oração a Virgem Imaculada sobre o tema da modéstia ao vestir-se, concedendo indulgencias de 300 dias:

“O Maria, Virgem Imaculada, cubra com o manto de sua santidade, como a Santa Igreja se exprime, de modo que nós nos revestirmos da santa pureza dos bons costumes, para opor ao escândalo que nasce sobretudo da deplorável moda no vestir, da leitura de livros maus e de jornais perversos.

Obtenhamos, pela sua intercessão, para que eu dê um bom exemplo, sobretudo nos relacionamentos com o próximo, na nossa maneira de se vestir e na escolha correta dos livros e das revistas, para não dar escândalo nestes aspectos.

Oferecemos de modo que Vós Senhora apresente os nossos firmes propósitos ao seu Divino Filho, para pedir-Lhe perdão e para reparar os escândalos que em nosso tempo se apresentam aos vosso olhos, muitas vezes e até mesmo dos católicos,e que causam muito ultrajem à sua Divina Majestade. Amém!”